A dois dias da greve, levantam-se dúvidas sobre a legitimidade de vários ministérios — que são parte interessada e pertencem ao próprio Governo — estarem a decretar serviços mínimos.
Questiona-se se faz sentido que quem tem interesse direto em enfraquecer a greve seja a mesma entidade a decidir onde ela pode ou não ter impacto.
Estes membros do Governo, que estão a avançar com o pacote laboral que retira direitos aos trabalhadores, são precisamente quem agora define limitações à greve.
Isto coloca em causa a imparcialidade e a justiça do processo.