Caros Colegas
Foram hoje enviadas as propostas de negociação da contratação coletiva para a AES e para a AESIRF.
Conforme acordado com o SUSP - Sindicato Unificado da Segurança Privada e com a ASSP - Associação Sindical da Segurança Privada as propostas têm em vista várias questões que preocupas as Direções dos três Sindicatos.
É uma proposta conjunta no sentido de dignificar o setor, melhorando as condições de vida dos Trabalhadores tornando o setor mais atrativo, na tentativa de impedir o abandono generalizado que se faz sentir nos dias de hoje.
Conforme definido pelos Trabalhadores foi elaborada uma proposta especifica para a área de Transporte e Tratamento de Valores e outra para Todo o Setor da Segurança Privada.
Está lançado um desafio às Associações Patronais, a criação de um CCT Único que regule de igual forma todos os Trabalhadores e Empresas.
Todos os Sindicatos e Trabalhadores que entenderam, contribuíram para a feitura das propostas, esta não é só uma Proposta dos Sindicatos, é uma proposta dos Trabalhadores.
Cabe agora às Associações Patronais, demonstrar a sua vontade de retirar este setor do fundo do poço onde foi caindo nos últimos anos.
Cabe agora aos Sindicatos que não compareceram ao Convite do STTEPS para a realização de uma reunião a fim de contribuírem para estas propostas, fazerem também o seu caminho não para Dividir a negociação, mas unirem-se a nós no sentido de apoiar e ajudar a melhorar os direitos aqueles que são os mais importantes neste processo, os Trabalhadores do Setor da Segurança Privada.
O STTEPS, o SUSP e a ASSP têm por objetivo alcançar um único CCT para o Setor e contribuir para um acordo equilibrado de forma rápida para que possamos requerer a publicação da Portaria de Extensão rapidamente, a fim de acabar de uma vez por todas com continuidade no tratamento de Trabalhadores de forma diferenciada como se existisse trabalhadores de primeira e de segunda qualidade.
É fundamental que os Trabalhadores se sindicalizem, fortaleçam os Sindicatos para que seja possível ter maior capacidade negocial e de organização para as Lutas que se possam vir a realizar.
O STTEPS lutará, na última negociação o STTEPS tinha planeado lançar a instabilidade no setor com a marcação de mais de 10 dias de greve e se tal for necessário voltaremos a avançar para a Luta, o STTEPS não surge para fazer igual, o STTEPS fará diferente, com responsabilidade, com consciência, mas não abdica da busca por Justiça Respeito e Dignidade para todos os Trabalhadores.
Temos Consciência que as Propostas apresentadas, para negociar, são altamente ambiciosas, por esse motivo, temos que nos unir e fazer um caminho para as alcançar nos próximos tempos de forma sustentada, mas sempre no caminho positivo de melhorar a vida de todos.
Aproveitamos para agradecer ao SUSP e à ASSP a atitude proativa e positiva com que ajudaram a fazer o caminho até aqui e certamente em conjunto conseguiremos mais que isolados.
Justiça Respeito e Dignidade
A Direção Nacional
Grândola, Vila Morena ecoa na luta!
Entre vozes firmes e unidas, os trabalhadores fizeram ouvir muito mais do que um protesto — cantaram a dignidade, a igualdade e o direito a serem respeitados.
"Grândola, Vila Morena" não é apenas uma canção, é um símbolo de resistência e de conquista. Hoje, volta a ser voz de quem não desiste, de quem exige o cumprimento dos seus direitos e de quem luta por um trabalho com justiça.
Porque quando os trabalhadores se unem, a luta ganha força e a mudança acontece.
STTEPS – Unidos pela Justiça, Respeito e Dignidade!

Após a empresa admitir à RTP atraso no pagamento do vencimento de março — situação que afirma estar resolvida — garante também que não existem salários em dívida.
Ainda assim, esta terça-feira de manhã, várias trabalhadoras saíram à rua em protesto à porta do Instituto Politécnico do Porto, exigindo respeito e garantias no cumprimento dos seus direitos. ✊
STTEPS – Unidos pela Justiça, Respeito e Dignidade!
fonte: jornal da tarde da rtp1

Caros colegas,
Este vídeo tem o intuito de esclarecer todos os trabalhadores sobre algumas dúvidas existentes relativamente à marcação de férias e a afixação do respetivo Mapa.
Aqui vos deixamos a legislação que sustenta o mencionado:
Artigo 241.º do CT
Marcação do período de férias
1 - O período de férias é marcado por acordo entre empregador e trabalhador.
2 - Na falta de acordo, o empregador marca as férias, que não podem ter início em dia de descanso semanal do trabalhador, ouvindo para o efeito a comissão de trabalhadores ou, na sua falta, a comissão intersindical ou a comissão sindical representativa do trabalhador interessado.
3 - Em pequena, média ou grande empresa, o empregador só pode marcar o período de férias entre 1 de Maio e 31 de Outubro, a menos que o instrumento de regulamentação colectiva de trabalho ou o parecer dos representantes dos trabalhadores admita época diferente.
8 - O gozo do período de férias pode ser interpolado, por acordo entre empregador e trabalhador, desde que sejam gozados, no mínimo, 10 dias úteis consecutivos.
9 - O empregador elabora o mapa de férias, com indicação do início e do termo dos períodos de férias de cada trabalhador, até 15 de Abril de cada ano e mantém-no afixado nos locais de trabalho entre esta data e 31 de Outubro.
Saudações Sindicais
Justiça, Respeito e Dignidade!!!